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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

LIÇÃO 7 COM SUBSIDIOS - INTEGRIDADE EM TEMPOS DE CRISE


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Lições Bíblicas CPAD  Jovens e Adultos

 4º Trimestre de 2014

Título: Integridade Moral e Espiritual — O legado do livro de Daniel para a Igreja de hoje
Comentarista: Elienai Cabral

 Lição 7: Integridade em tempos de crise
Data: 16 de Novembro de 2014

TEXTO ÁUREO

Então, os príncipes e os presidentes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum vício nem culpa” (Dn 6.4).

VERDADE PRÁTICA

A integridade deve ser a nossa marca, compreendendo igualmente coração, mente e vontade.

HINOS SUGERIDOS

175, 310, 394.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Sl 7.8
Deus julga-nos conforme nossa integridade
 Terça - Jó 1.1; 2.3
Jó era homem íntegro
 Quarta - 1Rs 9.4
Integridade é símbolo de inteireza
 Quinta - Mt 6.19-24
Jesus ensinou sobre a integridade
 Sexta - 2Cr 25.2; 1Rs 9.4
Integridade em tudo
 Sábado - 1Jo 2.15-17
Integridade é não dividir o coração

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 6.3-5,10,11,15,16,20.

3 - Então o mesmo Daniel se distinguiu destes príncipes e presidentes, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino.
4 - Então os príncipes e os presidentes procuraram achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum vício nem culpa.
5 - Então estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus.
10 - Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas da banda de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.
11 - Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.
15 - Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram ao rei: Sabe, ó rei, que é uma lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou ordenança, que o rei determine, se pode mudar.
16 - Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançaram na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará.
20 - E, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste; e, falando o rei, disse a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo! dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?

INTERAÇÃO

Daniel viveu em uma sociedade pagã, porém ele manteve-se fiel e temente ao Senhor. Foi um importante profeta e estadista que fez a diferença diante dos reis a quem serviu. A vida deste servo de Deus não foi nada fácil. Ele experimentou terríveis provas, como a cova com leões famintos, mas em todas elas agiu como um vencedor. Embora exercendo importantes funções no reino, Daniel não descuidava da sua vida de oração e não permitiu que um edito real o tirasse da presença de Deus. Tem você, professor, também uma vida devocional como Daniel? Não permita que dificuldade alguma o impeça de se achegar a presença de Deus em oração. Jamais espere que uma situação difícil chegue para lhe ensinar a respeito da oração.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·   Saber que Daniel era um homem íntegro, mesmo vivendo em um meio corrompido.
·   Analisar o caráter íntegro de Daniel.
·   Compreender porque Daniel foi parar na cova dos leões.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, reproduza o quadro abaixo de maneira que cada aluno tenha o seu. Utilize-o para introduzir a lição. Mostre todos os reis a quem Daniel serviu e enfatize o caráter íntegro deste servo de Deus, mesmo estando em um meio político corrupto. Explique que a fé de Daniel fez com que ele se mantivesse inabalável. A nossa fé em Deus nos livra das investidas de nossos inimigos e nos leva a ter uma vida íntegra.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

DEUS ABOMINA A SOBERBA - LIÇÃO 05 COM SUBSIDIOS

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Lições Bíblicas CPAD   Jovens e Adultos

 4º Trimestre de 2014

Título: Integridade Moral e Espiritual — O legado do livro de Daniel para a Igreja de hoje
Comentarista: Elienai Cabral

 Lição 5: Deus abomina a soberba
Data: 2 de Novembro de 2014

TEXTO ÁUREO

Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalço, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são verdades; e os seus caminhos, juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba” (Dn 4.37).

VERDADE PRÁTICA

A soberba é o pecado que mais afronta a soberania divina.

HINOS SUGERIDOS

46, 244, 306.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Pv 8.13 Deus aborrece a soberba
Terça - Pv 11.2  A soberba é afronta
Quarta - Mc 7.20-22  A soberba é o pecado do coração
Quinta - 1Jo 2.16  A soberba da vida não é de Deus
Sexta - Gn 17.1; Jó 11.7  Nenhuma soberba resiste a Deus
Sábado - 2Cr 26.3-21  O rei Uzias e a soberba

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 4.10-18.

10 - Eram assim as visões da minha cabeça, na minha cama: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande;
11 - crescia essa árvore e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até ao céu; e foi vista até aos confins da terra.
12 - A sua folhagem era formosa, e o seu fruto, abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela, os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e toda carne se mantinha dela.
13 - Estava vendo isso nas visões da minha cabeça, na minha cama; e eis que um vigia, um santo, descia do céu,
14 - clamando fortemente e dizendo assim: Derribai a árvore, e cortai-lhe os ramos, e sacudi as suas folhas, e espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela e as aves dos seus ramos.
15 - Mas o tronco, com as suas raízes, deixai na terra e, com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais na grama da terra.
16 - Seja mudado o seu coração, para que não seja mais coração de homem, e seja-lhe dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos.
17 - Esta sentença é por decreto dos vigiadores, e esta ordem, por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens; e os dá a quem quer e até ao mais baixo dos homens constitui sobre eles.
18 - Isso em sonho eu, rei Nabucodonosor, vi; tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação; todos os sábios do meu reino não puderam fazer-me saber a interpretação, mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos.

INTERAÇÃO

Deus abomina a soberba. Este sentimento pernicioso é um prenúncio da queda (Pv 16.18). As conquistas de muitos impérios e o enriquecimento contribuíram para que Nabucodonosor se tornasse soberbo e altivo. Então Deus decidiu lhe ensinar uma importante lição, assim como havia ensinado ao seu povo. O rei perdeu sua consciência e ficou durante um período de tempo se comportando como um animal. Depois deste período tão difícil, Nabucodonosor aprendeu que o Altíssimo está acima de todo reino e poder humano. O Senhor é soberano, Ele remove os reis e os estabelece.
Que a soberba não encontre guarida em nossos corações, nos fazendo agir como tolos. Que sejamos humildes, honrando a Deus em toda a nossa maneira de viver.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·   Analisar a soberania divina na vida de Nabucodonosor.
·   Saber que Deus falou com Nabucodonosor por intermédio dos sonhos.
·   Compreender a fidelidade da pregação de Daniel para o rei.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, para introduzir a lição reproduza o quadro abaixo para seus alunos. Utilizando o quadro, enfatize os pontos fortes de Nabucodonosor e as suas fraquezas. Explique que este rei foi chamado, segundo o profeta Jeremias, de “servo do Senhor” (Jr 25.9). Deus usou Nabucodonosor para punir seu povo. O Senhor é soberano, Ele exalta e também abate. Porém, o coração do rei se tornou soberbo e ele então experimentou o juízo de Deus. Leia Provérbios 16.18 e conclua enfatizando os perigos da soberba.


COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Palavra Chave
Soberba: Comportamento excessivamente orgulhoso; arrogância, presunção.

Na aula de hoje estudaremos o capítulo quatro de Daniel, cujo conteúdo consiste de um testemunho pessoal do rei Nabucodonosor. Ele foi submetido a um estado de loucura, resultante de sua soberba, que o levou a viver como um animal do campo por “sete tempos”, até que Deus o tirou daquela condição. Ao final desse período, Nabucodonosor reconheceu a soberania do Deus dos cativos de Judá.
A história revela o que ocorre com os que se exaltam e se tornam soberbos ante a majestade do Todo-Poderoso. A trajetória de Nabucodonosor demonstra a soberania divina sobre toda a criação, pois nenhuma criatura pode usurpar a glória de Deus. O episódio ilustra também que a misericórdia e a justiça divinas são capazes de salvar o homem arrependido.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A PROVIDENCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA - LIÇÃO 04 COM SUBSIDIOS


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Lições da CPAD Adultos  -  4º Trimestre de 2014

A PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA
26 de Outubro de 2014

TEXTO ÁUREO
“Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei" (Dn 3.17)VERDADE PRÁTICA

Se formos fiéis, a providência divina jamais faltará
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Daniel 3.1-7,14

INTRODUÇÃO
A história narrada no capítulo três ocorreu possivelmente no final do reinado de Nabucodonosor. O texto é mais uma prova de que vale a pena ser fiel a Deus até mesmo quando somos desafiados em nossa fé. Nabucodonosor já havia se esquecido da manifestação do poder de Deus na revelação dos seus sonhos (Dn 2.1-49). Tornou-se um déspota que exigia dos seus súditos um servilismo irracional. No meio da multidão dos súditos, porém, estavam os três jovens hebreus, fiéis ao Deus de Israel, do qual não transigiram de modo algum.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

ESTUDOS BIBLICOS

A ORAÇÃO SACERDOTAL DE JESUS CRISTO
Texto de Memorização
“E aconteceu que, naqueles dias, subiu ao monte a orar e passou a noite em oração a Deus. " (Lucas 6.12).

  1. CRISTO, O SUMO-SACERDOTE DA IGREJA    
    Vivendo para interceder: Jo 17.9; Hb 7.25; Nm 16.46-48
    Vivendo para perdoar: 1 Jo 1.9; Hb 9.11-14; Sl 66.5
    Vivendo para livrar: Jo 17.11,15; Sl 91.1

  2. A ORAÇÃO SACERDOTAL DE JESUS  
    Que conheçamos a Deus: Jo 17.3; Os 6.3
    Que sejamos santificados: Jo 17.16; 1 Pe 1.16; 1 Ts 5.23
    Que sejamos perfeitos em união: Jo 17.21-23; Ef 4.1-3

sábado, 18 de outubro de 2014

IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS DE GUIRATINGA MARCHA FIRME

A IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS DE GUIRATINGA MARCHA FIRME NO EVANGELISMO. REALIZAMOS MAIS UM GRANDE CULTO EVAGELISTICO. GRAÇAS A DEUS A IGREJA MARCHA FIRME LEVANDO AS BOAS NOVAS DE SALVAÇÃO.




sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O DEUS QUE INTERVÉM NA HISTÓRIA - LIÇÃO 03 COM SUBSIDIOS


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LIÇÕES CPAD  4º TRIMESTRE DE 2014
O Deus que Intervem na História
19 de Outubro de 2014

TEXTO ÁUREO
“Falou Daniel e disse: Seja Bendito o nome de Deus para todo sempre, porque dele é a sabedoria e a força, ele muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos inteligentes” (Dn 1.8).

VERDADE PRÁTICA
Deus intervem na história, pois sua é a terra e os que nela habitam.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Daniel 2.12-23

INTRODUÇÃO
O segundo capítulo do livro de Daniel revela o plano divino para o povo judeu e o gentílico. Deus revelou seu projeto soberano para os governos mundiais e mais uma vez confirmou o reino messiânico. Ao estudarmos esse capítulo veremos o reina da Babilônia atuando como o "dono do mundo" e Nabucodonosor como seu executor. Porém por volta de 604 a.C., no período do apogeu da Babilônia, o rei teve um sonho perturbador que o deixou insone. Por providência divina, Nabucodonosor esqueceu o sonho e, através do Espírito Santo, Daniel o desvendou. Na terceira seção do capítulo dois (vv. 17-22) veremos Deus intervindo na vida do profeta e na de seus amigos. O desenvolvimento desse capítulo mostrará como Deus trabalha nas circunstâncias mais adversas. O nosso Pai atua na história humana para cumprir os seus desígnios!

domingo, 12 de outubro de 2014

IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS DE GUIRATINGA EM ATIVIDADE

A IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS DE GUIRATINGA, SEMPRE ATIVA E ATENTA AO EVANGELISMO, REALIZOU MAIS UM  TRABALHO AO AR LIVRE. MAIS UM CULTO ABENÇOADO. GRAÇAS A DEUS A IGREJA ESTÁ EM MARCHA.



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A FIRMEZA DO CARATER MORAL E ESPIRITUAL DE DANIEL - LIÇÃO 02 COM SUBSIDIOS


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Lições Bíblicas CPAD  - Jovens e Adultos
  4º Trimestre de 2014

Título: Integridade Moral e Espiritual — O legado do livro de Daniel para a Igreja de hoje
Comentarista: Elienai Cabral

 Lição 2: A firmeza do caráter moral e espiritual de Daniel
Data: 12 de Outubro de 2014

TEXTO ÁUREO

E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, [...] portanto, pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar” (Dn 1.8).

VERDADE PRÁTICA

A integridade de caráter implica uma disposição interior para se manter fiel aos princípios da vida cristã.

HINOS SUGERIDOS

107, 162, 186.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Dn 1.8 A fidelidade de Daniel
Terça - Lv 11.43-45 A alimentação de Daniel
Quarta - Sl 65.5; 118.8,9; Is 26.4  Daniel e a confiança em Deus
Quinta - Dn 6.10  A firmeza de Daniel
Sexta - Dn 2.30  A humildade de Daniel
Sábado - Ez 14.14,20  Daniel entre os piedosos

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 1.1-8,17,20.

1 - No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei da Babilônia, a Jerusalém e a sitiou.
2 - E o Senhor entregou nas suas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e uma parte dos utensílios da Casa de Deus, e ele os levou para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e pôs os utensílios na casa do tesouro do seu deus.
3 - E disse o rei a Aspenaz, chefe dos eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, e da linhagem real, e dos nobres.
4 - jovens em quem não houvesse defeito algum, formosos de aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e sábios em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para viver no palácio do rei, a fim de que fossem ensinados nas letras e na língua dos caldeus.
5 - E o rei lhes determinou a ração de cada dia, da porção do manjar do rei e do vinho que ele bebia, e que assim fossem criados por três anos, para que no fim deles pudessem estar diante do rei.
6 - E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias.
7 - E o chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel pôs o de Beltessazar, e a Hananias, o de Sadraque, e a Misael o de Mesaque, e a Azarias, o de Abede-Nego.
8 - E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto, pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar.
17 - Ora, a esses quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda visão e sonhos.
20 - E em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos ou astrólogos que havia em todo o seu reino.

INTERAÇÃO

Esta lição mostrará o caráter ilibado de Daniel e seus amigos. Mesmo vivendo em uma sociedade pagã eles não se deixaram contaminar. A fé de Daniel fez com que ele se tornasse um exemplo de fidelidade para os crentes de todas as épocas. O profeta compreendia visões e sonhos. Ele e os seus amigos estudaram com afinco a língua dos caldeus, bem como a sua literatura. Os jovens se aplicaram e Deus lhes recompensou. Treinados pela academia real, Daniel e seus companheiros recusaram-se a comer alimentos reais. Eles não eram vegetarianos, mas como judeus a lei proibia que comessem animais “imundos” (Lv 11; Dt 14). Nas sociedades pagãs, as carnes em geral também eram dedicadas a alguma divindade. A decisão de não comer o alimento real era uma forma de dizer não à idolatria e ao paganismo babilônico.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·   Fazer uma retrospectiva da situação moral e política de Israel.
·   Explicar a força do caráter de Daniel.
·   Analisar as atitudes de Daniel e seus amigos na corte babilônica.